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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Queridos,
mudamos de endereço, nome e aparência!
Agora estamos no Banquete Virtual, em:
www.banquetevirtual.wordpress.com
Ainda descobrirei como é que faz para que sejam enviados diretamente para lá.
Motivo da mudança do blogger para o Wordpress: o Wordpress possui mais ferramentas, é mais simples de mexer, dá para mudar sempre o visual.
Motivo da mudança de nome: alguém já havua registrado nosso nome, mesmo que não tenha escrito uma só linha... aí já viu, né?
Contamos com a visita de vocês por lá e muito obrigado por estes 2 anos e alguns meses por aqui.
Bons de Garfo =)

domingo, 21 de junho de 2009

Risotto de Salsão

Final de semana repleto de comidinhas e bebidinhas.

Fizemos um risotto de salsão da Coleção A Grande Cozinha da Abril, sem foto própria, porque na hora acabei esquecendo a fotografia. Sinceramente, não fica tão lindo assim, mas é fácil de fazer e é muito gostoso! É necessário seguir a risca os ingredientes, usar tudo de boa qualidade.



Risotto de Salsão (para 4 pessoas)



  • 350g de arroz arbóreo

  • 3 talos de salsão

  • 50g de queijo gorgonzola

  • 2 cebolas pequenas

  • 6 nozes sem casca

  • 1 taça de vermute branco

  • 1 1/2 litro de caldo de legumes

  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem

  • sal a gosto

  • pimenta-do-reino branco

Descasque e pique fininho as cebolas. Pique em pequenos pedaços as nozes. Lave o salsão e corte-o em fatias não muito finas. Numa panela grande, refogue as cebolas e as nozes em 3 colheres de sopa de azeite. Adicione as fatias de salsão e deixe cozinhar por alguns minutos. Coloque o arroz na panela, deixe dourar por 1 minuto, acrescente o vermute e, mexendo, deixe-o evaporar completamente. Despeje uma concha de caldo e ponha para cozinhar, adicionando mais, lentamente, sempre que o líquido tiver sido absorvido por completo. Mexa de vez em quando. Depois de cerca de 18 minutos, ajuste o sal e tempere com uma pitada de pimenta-do-reino. Acrescente o queijo gorgonzola, desmanchado em pedaços, misture bem e desligue o fogo, deixando repousar por 2 minutos, tampado. Sirva decorado com algumas folhas de salsão.

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A Rafaela e o Cláudio do Le Vin au Blog tiveram a gentileza de nos entregar o bloquinho para anotações sobre vinho do blog. Não é um bloquinho qualquer, ele é todo personalizado, tem a cara do Le vin au blog. Uma graça!
Muito obrigado!
Bons de Garfo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Temporada de vinhos definitivamente aberta

Emiliana Reserva Cabernet Sauvignon-Syrah 2005


Em um dia frio em Minas Gerais, resolvemos tomar vinho para acompanhar uma fondue de queijo. O vinho não foi escolhido para a ocasião, tomamos este pois estava lá guardado, com cara de que seria esquecido, pois os anfitriões gostam mesmo é de vinho suave. Os secos estão ali porque foram ganhados. Bom, como nunca havíamos provado este vinho resolvemos aproveitar e experimentar. A espectativa talvez tenha gerado um bocado de frustração, não era tão frutado nem tão expressivo, sem ser possível perceber o Cabernet ou o syrah. Tinha cara de ser bom, sabe como é?





A fondue utilizada foi a industrializada mesmo da marca Tirolez (depois que li o post do Rogério no AmuseBouche fiquei meio envergonhada). Preparamos como de costume: o alho na panelinha, o vinho branco, a noz moscada... tudo bem tupiniquim. Foi super aprovada, todo mundo adorou e comemos bastante com pão francês em cubinhos mesmo e pão com gergelim (não é muito fácil achar o pão italiano no interior de Minas. A atendente da padaria do supermercado me informou que só fazem às quartas-feiras e era uma sexta). Depois de um tempo, como tratava-se de uma reunião familiar e já estávamos ainda menos formais, alguns se arriscaram em fazer um misto do pão com pedacinhos de costela suína para mergulharem na fondue e realmente ficou demais! Não é este o protocólo, claro, mas quando algo harmoniza bem, é nosso dever socializarmos a informação.


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sexta-feira, 29 de maio de 2009

ACONCHEGO CARIOCA

O Aconchego Carioca é demais! Fica na Praça da Bandeira (Rua Barão de Iguatemi, 388), em um espaço pequeno, que normalmente se faz necessário reservar uma mesa para poder experimentar suas delícias. Na porta, você encontra duas carrancas, no teto há redes que decoram. Existe uma enorme variedade de cervejas nacionais e importadas. Sempre que fui, procurei tomar a Serra Malte, que não é tão simples de encontrar no Rio e que é servida geladíssima! As proprietárias, Rosa e Kátia, estão sempre por lá e são umas simpatias.



Para beliscar existem várias delícias e a mais conhecida de todas é o Bolinho de feijoada. Tudo de bom mesmo! Vem recheado com couve e bacon e acompanhado por torresminho, laranja e uma dose de 'caipirinha' para abrir o apetite. Você come e já fica satisfeito pelo sabor. Mas, quando experimenta os pratos principais, aí sim se surpreende de vez. Por enquanto só fui de Bobó de Camarão (acompanha arroz e farofa, 'dá para dois', mas comem três fartamente - R$ 55). O bobó não é o carro chefe, - o posto é do Camarão na Moranga - mas é uma coisa de louco! Primeiro pela qualidade (os camarões são limpíssimos, de tamanho médio, mas honestíssimos) e depois pelo sabor que é divino! Lá, você se farta de comer, não se arrepende e fica querendo voltar no outro dia. Quando retorno do trabalho às quintas-feiras à noite - por volta das 22h30 - minha carona precisa passar pelo endereço para me levar até determinado local e SEMPRE está cheio. Morro de inveja de quem mora perto!

Para quem quiser experimentar, além do tradicional na Tijuca, é possível encontrar o Aconchego no Cinemathèque, na Voluntários da Pátria, no almoço.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Restaurant Week - Lorenzo Bistrô

Salade vert


Tagliatelle




Poulet roti à Cida et pommes frites



A memorável torta de chocolate e
gengibre do Lulu


O Lorenzo Bistrô é um charme! Fica em um sobrado noJardim Botânico, de onde se tem uma vista no horizonte das palmeiras do Jardim Botânico e o Cristo Redentor. Ideal para colocar a conversa em dia, para almoçar e conversar, comendo comida saborosa, sendo bem servido, sentindo-se bem -vindo. Esta foi a sensação que tive estando lá esta semana. Confesso que não tinha ouvido falar, mas as pessoas com as quais comentei do lugar sabiam onde era, mas também ainda não haviam ido.

A salada vert não é lá grandes coisas. É uma 'salada verde', com um molho sem muita expressão. Mas o tagliatelle estava muito bom, os cogumelos todos no ponto certo, assim como a massa. O tempero era suave e agradável ao paladar. O poulet não fui eu quem comeu, então não sei expressar. Minha amiga M. disse que estava ótimo. E a torta era uma delícia! Em dias normais, acharia bem caro. Em Botafogo há muitos lugares que oferecem ótimos sabores a preços menores. Vale a pena conhecer no Restaurant Week e dá vontade voltar.



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terça-feira, 19 de maio de 2009

Restaurant Week - Devassa Flamengo

Casquinha de Siri


Maria Bonita e Lampião



Truta com molho de champignon e alcaparras acompanhada

de arroz de brócolis e legumes ao vapor


Creme de abóbora com sorvete de côco



Escolhemos o Devassa porque queríamos ir a algum que tivesse participando do Restaurant Week e ao mesmo tempo não queríamos andar muito, nem ter que mudar de bairro. Assim, era fim de semana e chegamos por volta das 15h20. Logo que chegamos nos foi informado que não estávamos mais para o almoço, mas para o jantar (se alguém janta às 15h20 me avise!!!). Ok, quando estávamos levantando para mudarmos o rumo da prosa e não gastarmos mais do que a comida do bar merecia, vieram nos dizer que tudo bem, serviriam o almoço, mas que a sobremesa havia acabado e só tinha esta aí da foto. Tá, tá... Olha, frequentamos o Devassa Flamengo faz tempo, nunca tivemos problemas lá, mas desta vez os dois copos vieram sujos e , além do mais, era uma luta conseguir que trouxessem os pratos. Nada demais, por sinal... Tudo 'bom'. Sem mais.





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sábado, 16 de maio de 2009

RESTAURANT WEEK


Está acontecendo pela primeira vez aqui no Rio de Janeiro o Restaurant Week. Começou dia 11 de maio e vai até o dia 24 de maio. São 60 restaurantes participantes, de diferentes estilos (embora eles contem cada Devassa e Gula Gula como diferentes). Tem para quase todos os gostos. Cada um dos restaurantes participantes formularam um menu com entrada, prato principal e sobremesa, com preço fixo. No almoço paga-se R$26 e para o jantar R$ 40.


O evento começou em New York há 16 anos, mas já está espalhado pelo mundo. Em São Paulo acontece desde 2007. A idéia é que se possa ter acesso a vários restaurantes interessantes por um preço acessível. Aqui no Rio parece que o evento começou tímido, apesar destes 60 restaurantes participantes. No site é possível ter acesso aos menus que estão disponíveis em cada um dos restaurantes. Pretendemos ir a dois deles, assim que o fizermos postamos aqui!
Participam:
  • 00 Cozinha Contemporânea
  • Academia da Cachaça
  • Allegro Bistrô Musical
  • América
  • Applebbe's
  • Aquim Café
  • Asia
  • Bar d' Hotel
  • Bar Luiz
  • Benkei
  • Cachaçaria Mangue Seco
  • Casa Julieta de Serpa
  • Deck Contemporâneo
  • Devassa
  • Doce Delícia
  • Emporium Pax
  • Esch Café
  • Gatto Rosso
  • Gattopardo
  • Geish Hi-Tech
  • Gloss
  • Gula Gula
  • In House Café Bistrô
  • La Finestra
  • La Pasta Gialla
  • Lorenzo Bistrô
  • Luigi's
  • Madame Butterfly
  • Manekineko
  • Mesanteria
  • Meza Bar
  • Miam Miam
  • Nam Thai
  • Pax
  • Rio Othon Sky Lab
  • Rio Scenarium
  • Santo Scenarium
  • Sawasdee
  • Stravaganze Pizzaria
  • Sushi Rio
  • TGI Friday's
  • The Food's
  • Tizziano
  • Vegetariano Social Clube
  • Vizta
  • Yuki
  • Zacks
  • Zazá Bistrô Tropical

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terça-feira, 28 de abril de 2009

10 MELHORES ACHADOS E PERDIDOS EM UMA COZINHA

10) As duas últimas fatias de pão de fôrma (sem contar aquelas duas que ninguém come, lógico)


9) Um dos mais conhecidos salvadores da madrugada, o pacote de biscoito wafer


8) Um digno de filme de ação, a famosa caixinha de fósforo "o quinto elemento" pra acender o forno. Comida com alguma emoção pode ser divertido, ou não.


7) Um bis lacrado uma hora depois de rejeitar a sobremesa e ficar sem nada


6) Uma última colher de café pra água que já está fervendo


5) Uma última colher de açucar pro café pronto


4) Uma última colher de sal pra carne já na panela


3) Bolo de aniversário do amigo que veio naquela embalagem que poderia ter tudo, menos bolo


2) Uma última cerveja esquecida atrás do leite...


1) Êpa, não é a última!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

PRIMUS 2006

Fizeram um post exatamente sobre este vinho, mesma safra, no Le Vin Au Blog; Vocês podem conferir lá também. Em princípio não iria falar sobre o Primus, mas o post de lá me instigou a me questionar mais sobre a primeira impressão que tive com o Primus.

Vamos aos fatos. O Primus é um vinho de corte, blend com mais de uma casta e que nesse caso apresenta 4 castas diferentes: Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot e Carmenére. Produzido pela Viña Veramonte chilena, o Primus é a bandeira do produtor, digamos assim. O mais curioso é que na safra de 2006, os produtores resolveram incorporar a Syrah, em concentração significativa de um terço do total, no blend final, coisa que não havia nos anteriores. Também tem estágio de envelhecimento em barris de carvalho americano (15%) e francês (85%), 25% novos, por longos 14 meses, o que qualifica o Primus como um vinho reserva acima do padrão. Fermentação malolática foi bem puxada, dando 14,5 de grad. alcoólica, muito forte.

Como raramente faço, por preguiça mesmo, no Primus eu tomei alguns cuidados. Geralmente não tenho paciência pra essas coisas, mas nesse caso, deixei ele na temperatura recomendada e abri ele uma hora antes de beber.


Vinho na taça, visual bacana, profundo, violáceo, gotas na borda caiam devagar. Aroma se comportou muitíssimo bem. Primeiro que para um vinho com 14,5 de álcool (uhuu!), tava comportadíssimo, sem exalar muito álcool, discreto, mas vamos dar um desconto pro fato que tava na temperatura mais baixa, uns 16 graus. Mas quando fiz a degustação propriamente as coisas desandaram um pouco. Achei o vinho extremamente ácido, não sei se era pelas castas, mas estava desequilibrado, não ia com a discrição dos aromas. Por exemplo, apesar do envelhecimento de 14 meses, a madeira era muito tímida, ainda mais a contar com o tempo em barris de primeiro uso. Tá, eu sei que valorização da madeira é algo muito pessoal, eu por exemplo dou muito valor, outras pessoas acham o contrário, que muita madeira é malandragem do produtor pra encobertar outros defeitos. Mas pra 14 meses, muito pouco. Mas fazendo alguma justiça, o paladar era legal sim, dava pra notar que tiveram um extremo cuidado em todas as fases da produção, oposto daquela coisa embrutecida que alguns produtores chilenos malandros (leia-se Viña Tarapacá) chamam de vinho e cobram uma fortuna por nenhum cuidado. Continuando, frutas vermelhas, sim, bem intenso, ponto positivo; nas últimas taças foi ficando mais redondo, macio, os taninos foram se comportando e tiraram um pouco aquela impressão de acidez.






É um vinho muito bom, se estiver na promoção que peguei (20% de desconto) vale; se estiver no preço normal... hummm, acho que não.



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